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Ministro Paulo Guedes pede pressão no Congresso Nacional para aprovação da CBS

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Em reunião virtual realizada na última quarta-feira, 22/07/2020, o Ministro da Economia Paulo Guedes pediu a empresários e representantes do setor de serviços que pressionem o Congresso Nacional pela aprovação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), tributo com que pretende substituir as atuais contribuições para o PIS e a Cofins.

Entretanto, o pedido não foi visto com bons olhos pela esmagadora maioria dos participantes, que se mostraram contrários à criação do tributo cuja alíquota única é de 12%, além de consternados com a ideia de a reforma tributária proposta impor a elevação na carga tributária, sem contrapartida sensível que alivie os pesados ônus há muito suportados pelos respectivos contribuintes.

Buscando apaziguar os ânimos e cooptar apoiadores, Paulo Guedes pediu paciência e asseverou estar em elaboração proposta para a desoneração da folha de pagamento, em vias de ser apresentada, o que para ele compensaria o aumento com a instituição da CBS.

O argumento não convenceu e surtiu o efeito inverso nos locutores inconformados, gerando uma série de críticas severas à pretensão do Ministro. Para o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, Paulo Solmucci, “não dá para pedir paciência em função de uma desoneração que vem num futuro incerto.”

Se alinhando ao ponto de vista esposado, o presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo (Sescon-SP), Reynaldo Lima Júnior, aduziu que, ao fatiar a reforma, criando a CBS sob a promessa de futuramente buscar a desoneração da folha, o Ministro “perde a credibilidade, porque diz que vai reduzir a carga só depois de aumentar. É uma promessa”. No entanto, teceu elogios a pontos positivos da proposta, em especial a possibilidade de abatimento de créditos gerados nas operações com empresas optantes pelo Simples Nacional.

Fonte: Valor Econômico – Globo

*Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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